segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Minha vida não é um filme de sessão da tarde

Bom é isso, a minha vida não é como um filme de sessão da tarde, ela é bem comum na verdade, tão comum como a dos outros 7 bilhões de pessoas do planeta, tirando alguns casos excepcionais de 2% dessas pessoas que tem uma vida incrível e invejada pelo resto dos mortais, será?

Bom, lá vou eu começar pelo bom de novo, será que isso quer dizer alguma coisa? Começar com bom talvez queira dizer que as coisas estão boas, está tudo bem, não necessariamente no meu caso.

Olhando pelo meu mundo ao redor, nossa! Isso foi bem estilo escritor americano de começar um parágrafo, mas foi legal. Então voltando ao ponto, se eu olhar para minha vida, nem tudo está tão bem assim, as coisas estão bem complicadas e eu continuo ouvindo minhas músicas agitadas como se nada tivesse acontecendo, o rock rola solto, mas só o rock musical que isso fique bem claro.

Os três primeiros parágrafos não falam nada com nada, mas eu tive que reparar numa mania talvez, de começar um rascunho só por começar, e de repente colocá-lo num modo de ‘alinhamento’ para ficar mais organizado, orgânico, esteticamente mais bonito e agradável.

E se você leu isso tudo até aqui, deve está se perguntando: ‘O que ela está falando?’ primeiramente eu digo, eu não estou ‘falando’ estou ‘escrevendo’. A verdade é que eu nem sei o que estou escrevendo, é como um diário, não tem uma ordem certa de fatos, bom, os meus nunca tiveram.

Chegando até aqui acabei de pensar no titulo desse texto, até então eram só pensamentos flutuantes e sem sentido, agora ‘Minha vida não é um filme de sessão da tarde’, mas qual garota no planeta não sonha que seja? Será que é disso que eu to falando, quer dizer, escrevendo? Bem acho que sim.

A inspiração veio de um filme bem açucarado que eu vi hoje, chamado “Recém formada”, com aquele gato do Rodrigo Santoro, que faz uma pontinha especial, mas arrasa quarteirão Uau! Tá passou, prometo, não fala mais do Rodrigo, mas ele é lindo.

Você deve está se perguntando: ‘Quando passou esse filme na TV?’, por motivos óbvios para mim, eu não vou é claro dizer a data e hora que eu vi, pode ser que já tenha se passado mil anos desde então, mas o fato é que, na época que eu vi esse fofo filme, eu me identifiquei de imediato, não, não por causa do Ro, mas pela história em si.

Uma garota recém formada procurando um emprego, tão eu, mas tive mesmo que assistir para refleti minha vida, e chegar à incrível conclusão de que não ‘Minha vida não é um filme de sessão da tarde’. E para onde eu vou agora? É a pergunta que me faço, e um dos personagens incrivelmente me respondeu: “Você já fez todo o trabalho difícil, pode passar agora o resto da vida correndo atrás do que quer”, bom acho que foi mais ou menos assim, não vou reproduzir exatamente a fala, mas o sentido é esse, e você agora disse: ‘Oba, ela sabe o que quer’.

O que eu quero? Eu sei? Será? Para onde eu vou agora?


Eu sou sonhadora desde que me conheço por gente e antes disso também, mas acho que meus pés estão muito, muito longe do chão. Só espero um dia pode voltar aqui e dizer ‘Minha vida é um filme da sessão da tarde’, porque alguém se inspirou em mim e o escreveu, tá, ta bom, voltei a terra, mas nunca vou deixar de escrever histórias, é isso que sou e sempre serei. E você?

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