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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

O sonho de escrever livros


Como escritora e leitora voraz, acredito que os livros são sim capazes de nos mudar como pessoas e nos inspirar a sempre buscar pelos nossos sonhos.

Foi na escola que comecei a ter interesse em escrever, uma professora de português que agora não me recordo o nome, pois já faz muito tempo, tinha um método legal de despertar a imaginação e a escrita nos alunos.

Ela simplesmente entregava uma folha em branco que continha um desenho simples de personagens fazendo algo, mas que não tinha nada escrito de referência.

Então, você escrevia o que imaginava que aquele personagem tivesse feito para chegar naquela ação retratada.

Quando os alunos terminavam suas histórias, a professora as corrigia e selecionava as mais criativas, lembro que fui selecionada para ler minhas redações para a classe toda, três vezes.

Com isso meu interesse, meu prazer por escrever despertou e aos 11 anos comecei a escrever minhas primeiras poesias também, algumas delas estão publicadas aqui no blog Poesias Hitz.

Depois quando cheguei a faculdade as minhas inspirações para escrever só afloraram ainda mais, talvez pela empolgação de fazer o curso de publicidade e propaganda.

Que têm tantas matérias que estimulam a criação e a imaginação, veio daí o gatilho para que as ideias de escrever livros me pegassem de jeito.

Mas na verdade foi em 2006 que escrevi meu primeiro livro infantil – O cachorrinho Fleck, aos 20 anos, por causa de um fato triste que aconteceu comigo.

Eu realmente tinha um cachorrinho chamado Fleck, que em alemão quer dizer mancha, porque ele era todo preto e tinha uma manchinha branca no peito tão bonitinha.

E ele foi roubado durante a noite do quintal da minha casa, isso me deixou muito triste, pois nunca mais o encontrei, então escrevi a historinha baseado nisso, se tem final feliz ou não, você vai descobrir quando o livrinho for lançado.

Já em meados de 2009 e 2010 eu comecei a escrever outros livros, como uma série musical de três volumes e que é passada na era medieval, do tempo dos trovadores até chegar aos dias atuais.

Ainda não lancei esses livros, pois os mesmos estão na gaveta amadurecendo um pouquinho mais.

Em 2011 também escrevi uma outra história de época, sobre princesas, mas não é um conto de fadas, é uma história sobre amizade e lealdade, que eu publiquei como eBook no site da Amazon em fevereiro de 2018 e chama-se Princesas Gêmeas.

No último ano de faculdade, em 2012, eu comecei a escrever o começo do meu livro Minha vida com as Divas – série Divas, lançado em abril de 2019 pela editora Letramento, mas esse levou dois anos para ser finalizado.

Devido a falta de tempo por causa da faculdade, depois porque outros projetos e textos entraram na frente e por muitos bloqueios criativos também, devo confessar.

Mas então no final de 2014 eu concluir a história, e peguei o fio da meada para começar o segundo livro da série Divas, e fui bem até o meio, quando dei um tempo para escrever um sonho que tive.

E que virou o meu primeiro eBook, O Primeiro sábado da primavera, ao terminar esse livro eu logo escrevi Clássico e Rock que também publiquei como eBook.

Os dois títulos fazem parte de série Amores musicais, mas não são continuação um do outro, você pode lê-los fora de ordem. E quer saber uma curiosidade?

Eu levei 22 dias para escrever essas duas histórias, acredite se quiser.

O que é bem louco, não é mesmo? Porque um livro demorou dois anos para ser escrito, e depois em 20 dias você é capaz de escrever outros dois livros, é muito, muito louco de se pensar.

Agora em 2019, me sinto profundamente realizada com o meu trabalho de escrever livros e histórias para jovens e adolescentes.

Pois, pensar que posso inspirá-los a acreditar nos seus sonhos, me motiva a continuar criando e colocando no papel todas as minhas ideias.

E a produção não para, só esse ano, já comecei a criar outros livros: o terceiro volume da série Divas, e um livro de contos que rendeu histórias para dois volumes, que muito em breve poderão estar em suas mãos.

Até mais! E boa leitura!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Poeta de férias



Eu vou tirar férias
E não vou escrever nenhuma linha,
Vou criar sentimentos por um tempo,
Vou construir memórias em novos dias

Eu vou tirar férias
E não vou escrever nenhuma linha
Mesmo que minhas mãos doam
E minha mente entre em combustão

Eu vou tirar férias
Coloquei a plaquinha na porta
‘Não deixe nenhuma ideia ou verso
E melodia me torturar’

Eu preciso de um tempo
O nosso amor é bom,
Mas eu preciso me amar também

Sinto todos os versos tão iguais
E assim não tem poema novo,
Eu vou tirar férias
E ponto final.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Sobre a menininha



A poesia brincou
Com a menininha,
Lembra que ela vivia cantando?
Eu posso falar de mim
Em qualquer pessoa,
Estou sempre escrevendo poesias.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

No meio da minha história

Estou no meio da minha história agora eu sei,
não vou mais tentar consertar o começo, é muito rascunho,
preciso olhar para frente e criar o começo de um grande final.
Às vezes me sinto tão perdida, mas todo escritor tem seus bloqueios
até conseguir a ideia perfeita, e escrever o livro que o tornará imortal.
Estou no meio da minha história agora eu vejo,
o começo pode ter sido repetitivo, mas acredite,
há uma reviravolta que será de tirar o fôlego,
será surpreendente como deve ser.
A história só acaba quando termina e você fecha o livro.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

O melhor presente para uma escritora

Qual o melhor presente para uma escritora?
Um papel e uma caneta, para deixar sua imaginação sonhar e sua alma se libertar.
Qual o melhor presente para uma escritora?
É ela quem o dará o melhor presente que há. As palavras e versos, as histórias e poesias, os seus sonhos prosados, os seus sonhos encantados.
Qual o melhor presente para uma escritora?
Um papel e uma caneta já a fazem tão feliz, porque no fim não é um presente só seu, é para todos.
As palavras e os versos, as histórias e poesias são os melhores presentes que há.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Escritora de alma antiga

Eu sou uma ‘escritora de alma antiga’ do tempo da máquina de escrever, ou melhor, do tinteiro e pena, porque gosto tanto de escrever a mão em pleno século XXI.
Gosto de ver meus erros e acentos e pingos fora do lugar, sem nenhum corretor ortográfico me dizendo que escrevi ou digitei errado por pressa das ideias não fugir num segundo.
E eu gosto de verdade mesmo de escrever a mão, me sinto livre, leve e solta. Só escrevo no computador para passar a limpo. O bruto, o original ficam nas linhas do caderno com aquelas letras incríveis que nem médico consegue entender. Bom! Eu acho que poderia ser médica pela letra que tenho, mas prefiro mesmo é escrever.
Escrever liberta os sonhos adormecidos, as ideias sem coragem de serem ditas verbalmente, mas que naquele pequeno pedaço de papel são as palavras mais belas, são as canções para os olhos e eu sempre achei os olhos à parte mais bela de ser admirada em alguém, por isso quando os olhos de alguém brilharem lendo um livro é a coisa mais linda para se admirar, acredite!
E eu poderia dizer que escrevo a mão por ‘n’ motivos, mas principalmente porque só assim meu ‘Jeca Tatu’ consegue raciocinar bem. Os rabiscos, os desenhos de coração, jogos da velha de um só, fazem parte do contexto e eles puxam as ideias até a linha nova começar.
Então vou repetir mais uma vez para que você entenda bem, eu sou uma escritora de alma antiga, escrevo a mão há tanto tempo que isso é como respirar para mim. Eu não consigo mais ser de outro jeito, sem ser assim eu mesma.

sábado, 22 de abril de 2017

Para escrever



Me pediram para escrever,
Mas escrever o quê,
Por que e para quê?
Eu não escrevo por obrigação,
Escrevo para mim mesma
A minha escrita é sentimental,
Não é comercial,
Mas se eu escrever alguns livros
Que mal tem?
O mínimo que pode acontecer
É eu me tornar imortal.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Charme


Vou me fazer de difícil
No primeiro momento
E no seguinte depois
Vou lhe mostrar
Todo o meu charme
Com os meus
Conhecimentos literários.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Liberdade criativa


Porque sou como Cecília e Clarice
Amo minha liberdade criativa
Então escrevo como quero
E escrevo tão absurdamente como sou.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O sono


Obrigar o sono a vim
Sempre me cansa mais,
Sempre durmo menos ainda
Obrigar o sono a vim
Ele passeia mais
E sempre escrevo muito mais.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O dom


O dom eu já achei,
Eu só não sei desenvolvê-lo,
Eu não sei como devo fazer
O dom, o talento
Está mais que claro
É tão óbvio e tão certo
Escrever, escrever, escrever
O que o coração e a alma sentem
As palavras são perfeitas,
As palavras são tudo
O sentimento, o som e a música
Nada tem sentido sem as palavras
Uma sílaba, duas letras, três letras
Uma frase inteira
O que o coração e a alma sentem
Só as palavras podem explicar
E esse é o meu dom,
Esse é o meu talento
Escrever, escrever e escrever.